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O Despertar da Mente

O Despertar da Mente

O PODER de um diagnóstico negativo

Nos dois últimos posts partilhei algum conteudo da Health Summit 2021.

Comecei no post anterior a partilhar algumas das ideias do Dr. Bruce Lipton... E hoje é o que farei também!

Vamos falar de um tema pouco abordado nas redes sociais e na TV: o poder de um diagnóstico negativo.

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Segundo o Dr. Bruce Lipton sempre que uma pessoa recebe um diagnóstico negativo de um médico opera-se na mente do paciente um efeito nocebo.

Como já tivemos a oportunidade de efalar o efeito nocebo é o oposto do efeito placebo e resume-se a isto: expectativas negativas afectam o paciente negativamente causando mais dor e sofrimento e agravando o seu quadro.

Vamos dar um exemplo:

Médico diz - Você tem apenas 3 meses de vida!

Você acredita nisso e torna isso em realidade dentro do seu organismo remetendo-se a uma série de pensamentos e sentimentos negativos que se traduzirão em alterações químicas em que essa verdade se torna na sua resposta biológica.

Não seria maravilhoso e preferível uma abordagem mais humanizada e imbuída de esperança?

Já pensaram o bem que faria a empatia na comunidade médica?

Já viram como seria fantástico um médico dizer antes: Para cada tipo de cancro seja em que fase da doença for, há casos documentados de remissões totais. Se outros conseguiram você também poderá conseguir! Vamos trabalhar para isso! Você vai conseguir! Estarei aqui para o ajudar!

Muito importante manter a esperança viva para se ter recursos para lutar pela vida...

O elo entre médico e paciente deve ser sustentado por doses de empatia, cumplicidade e respeito durante cada atendimento. Ainda que tragam benefícios exponenciais, a prática clínica moderna não pode ser restrita aos recursos tecnocientíficos. A construção de um relacionamento de confiança remete à liberdade e à segurança quanto às diferentes questões que afligem o paciente. O médico precisa estar atento a isto.

Claro que já existem muitos médicos mais empáticos e atenciosos com os pacientes... Mas muitos mais ainda são demasiadamente clínicos...

A melhor forma de explicar isto será usando outro exemplo dado pelo investigador:

Pintar por números:

Lembra-se desta atividade quem tem mais idade. Era uma atividade em que havia uma imagem com quadradinhos com números e cada número correspondia a uma cor. No final depois de colorir todos os quadrados tinhamos um desenho magnífico!

O nosso cérebro faz isto no contrário!

Temos uma imagem no cérebro (negativa) e a mente vai traduzir isso não em números ou cores mas em neurohormonas e secreções que vão agudizar um estado de saúde já de si doente (adrenalina e cortisol).

Ao ter um diagnóstico grave tem sempre duas opções: ou fecha-se e entra em modo proteção ou abre-se à vida e larga o medo.

A química do medo é na realidade muito prejudícial para a nossa saúde. Não é por acaso que quando alguém faz um transplante de um orgão tem de tomar adrenalina para reduzir o risco de rejeição ao novo orgão. Isso acontece porque quando temos medo o nosso corpo reduz as suas funções. Isso não é mau em caso de transplante nem em situações pontuais porém, se estivermos constantemente neste estado emocional estaremos na realidade... a acelerar o nosso processo de envelhecimento e de ... morte!

ASSIM AO INVÉS DE ESCOLHER ENTRAR EM MODO DE SOBREVIVENCIA E FECHAR-SE AO MUNDO... ABRA-SE!

A Louise hay tinha uma frase maravilhosa acerca disto:

Incurável é apenas o nome que damos a um problema de saúde que não sabemos como tratar através dos meios disponíveis na medicina convencional. Porém, tal não significa que o mesmo é incurável. A ser verdade isto do incurável,  como explicaríamos múltiplos casos de pessoas que se curaram após diagnósticos terminais?

E na verdade, ela foi uma dessas pessoas...

E as doenças autoimunes?

São doenças autodestrutivas em que a única forma de se curarem para as pessoas que tem este tipo de patologia é trabalharem o amor próprio e também o seu sistema de crenças

As pessoas com doenças autoimunes são pessoas a quem lhes retiraram o seu poder pessoal. Que foram muito desempoderadas!

E no fundo todos nós fomos desempoderados pela igreja que chamou a si o poder de gerir a nossa espiritualidade e os médicos que chamaram a si mesmos o poder de gerir a nossa saude. Porém, as pessoas com doenças autoimunes tiveram experiências vividas com muito sofrimento emocional no meio familiar.

E quão poderosos somos nós?

Mais do que conseguimos sequer imaginar...

 

Fonte: Health Summit 2021

 

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