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O Despertar da Mente

O Despertar da Mente

O flúor ... Dos benefícios aos malefícios

EU SOU EU SOU, 28.11.25

Desde 2022 que deixei de usar pasta dentífrica com flúor e não me arrependo!

Já experimentei várias marcas e vários tipos de pastas: de menta, de  carvão, de aloé vera...

Neste momento estou muito agradada com a pasta com hidroxidopatita.

E qual o efeito benéfico desta pasta?

Dentes mais brancos e gengivas mais saudáveis. Estava inclusive com alguma retração de gengiva no maxilar de baixo e observo melhorias.

Outra coisa que aprendi em matéria de higiene oral é os bochechos com água de cravo. Nas infecções bucais mais graves a tintura de cravo (obtida da seguinte forma: num copo escuro colocar um monte de cravos da Índia em álcool etílico deixar repousar 24 h) e aplicar na zona afetada com um cotonete. Descartar o cotonete a cada uso para evitar contágio.

Recordo aqui outros dois artigos onde abordei este tema:

https://odespertardamente.blogs.sapo.pt/os-maleficios-do-fluor-180341

https://odespertardamente.blogs.sapo.pt/feedback-pasta-sem-fluor-190124

 

Reflexão do dia...

EU SOU EU SOU, 27.11.25

Parte do sofrimento  que sentimos  vem da nossa ansiedade por experimentar AQUILO que está  por vir. A promessa de um novo tempo em que viveremos no Éden aqui mesmo na Terra. Sentimos falta de sintonia  com o momento  atual e sonhamos com um Tempo de Ouro.

E no entanto, a verdade é  que este processo  de ascensão  é  lento e tédiante... e não  pode ser de outro modo!

Os nossos  corpos não  estão preparados para acolher tanta luz! Eles desintegravam-se se a luz viesse toda de uma só vez! Por isso  o processo é  gradual e lento.

Ninguém sabe exatamente  quanto tempo será  necessário mas não  será  de um dia para o outro com num flash solar súbito! É  um processo  e já  está  em curso. 

Vamos aprender aos poucos a soltar e a confiar únicamente em Deus! Não  será  pelo conhecimento, pela respiração  ou meditação apenas. Tudo isso são  sistemas.  Técnicas. Mas sózinhas não  serão  suficientes. 

É  uma jornada  onde iremos aprender a ligarmo-nos diretamente  a Deus, sem intermediários.  Sem teorias ou conhecimentos.  Apenas através  da câmara  secreta do nosso  coração. 

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Mensagem do dia

EU SOU EU SOU, 26.11.25

 

A morte chega sempre cedo demais, mesmo quando a razão diz que era a hora. No instante em que alguém parte, o mundo continua a girar, mas dentro de nós tudo fica suspenso. Há um silêncio estranho, como se o ar tivesse ficado mais pesado. E é nesse silêncio que a ausência se instala.

 

Lidar com a perda não é um processo linear. Há dias em que a dor é tão nítida que parece recente, mesmo quando o tempo já passou. Outros dias, a lembrança surge suave, como uma mão pousada no ombro. A vida vai ensinando que a saudade não desaparece — ela muda de forma.

 

Com o tempo, descobrimos que a perda não nos pede para esquecer, mas para integrar. A pessoa que partiu continua a influenciar as nossas escolhas, os nossos gestos, a nossa maneira de olhar o mundo. Continua a existir na forma como amamos, na forma como cuidamos, na forma como seguimos.

 

A dor não é sinal de fraqueza; é prova de ligação. E, paradoxalmente, é essa dor que nos devolve ao caminho. Porque quando aceitamos que a ausência faz parte da vida, abrimos espaço para que a memória se torne força.

 

No fim, lidar com a morte é aprender a viver com um vazio que nunca se preenche, mas que deixa de ser um buraco e passa a ser um lugar. Um lugar onde guardamos o que foi essencial. Um lugar onde, de algum modo, continuamos ligados.

Do Caos à Ordem

EU SOU EU SOU, 24.11.25

Vivemos num mundo onde a energia pulsa em excesso: cidades que nunca dormem, redes que nunca se desligam, pensamentos que nunca cessam. Essa densidade energética é como um rio em fúria — poderoso, mas capaz de arrastar-nos para o caos se não soubermos navegar. O desafio não é resistir ao fluxo, mas aprender a dançar com ele.

O caos não é apenas desordem; é também matéria-prima da inovação. Quando tudo parece demasiado intenso, podemos escolher respirar fundo e transformar a turbulência em impulso criativo.

Algumas estratégias de harmonia:

Silêncio como resistência: num mundo ruidoso, o silêncio é um ato revolucionário.

Ritmos naturais: alinhar o corpo e a mente com os ciclos da natureza — o nascer do sol, o movimento das marés, o pulsar da terra.

- Cultivar práticas que nos devolvem ao centro — meditação, contemplação, arte — é como acender uma vela no meio da tempestade.

A densidade energética externa só se torna suportável quando a nossa energia interna está enraizada e serena.

O caos é inevitável, mas não precisa ser inimigo. Ele pode ser o mestre que nos ensina a fluir, a encontrar beleza na imperfeição e força na vulnerabilidade. A densidade energética atual é um convite: não para nos perdermos, mas para nos reinventarmos. Se soubermos escutar, o caos revela-se como um caminho de transformação — uma ponte para um futuro mais consciente, mais humano e mais luminoso.

Cada um de nós carrega dentro de si uma centelha de energia capaz de iluminar até os momentos mais escuros. Não precisamos temer a densidade energética do nosso tempo. Precisamos aprender a canalizá-la. Precisamos transformar excesso em força, confusão em clareza, caos em criação.

O mundo não precisa de mais pessoas a fugir do caos. Precisa de pessoas que entram nele com coragem, que o enfrentam com consciência, e que o transformam em caminho.

Lembrem-se: a energia que hoje parece esmagadora é a mesma que pode impulsionar os vossos sonhos. O caos que vos desafia é o mesmo que vos pode libertar. Pelo menos sinto isso expresso na minha própria vida, por isso digo muitas vezes: cada pontapé nas costas foi o impulso necessário para eu evoluir!

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Melhor a solidão que estar mal acompanhado...

EU SOU EU SOU, 20.11.25

Durante a minha vida fui sempre selectiva nos meus relacionamentos. Mais que a quantidade o meu foco foi sempre na qualidade. Ter um número restrito de pessoas em que podia confiar deixava-me com um calorzinho bom no meu coração. Já  a confusão da vida social ativa com os seus dramas, multidões, jogos sociais e as confusões nos relacionamentos sempre passaram ao meu lado... intencionalmente!

Nunca fui popular. Nunca procurei ser. E no entanto.. muitas vezes senti que o meu "brilho" pessoal incomodou umas quantas pessoas mal resolvidas...

Mas hoje venho falar de outro tipo de pessoas... as pessoas que apareceram na minha vida cheias de "falinhas mansas" e com a promessa de serem generosas (givers) mas que na prática não o são, são pessoas focadas em receber e em tirar (takers).

Eu sou uma pessoa generosa, sempre o fui. Por vezes excedo-me na minha doação porque carrego em mim muito trauma e a ferida rejeição (quem não). Tenho muitas vezes dificuldades em estipular limites, em ser mais racional e assertiva nos relacionamentos. Por isso, tenho atraído aqui e ali esse tipo de pessoa que se aproxima de mim para retirar proveito. Aquele tipo de pessoa que se está nas tintas para o que eu sinto, para os meus desabafos, para a minha dor existencial pois apenas vê em mim uma "escada" para alcançar algo ou para retirar algo.

Talvez isto seja um problema comum nos empatas...

Outro aspeto tem a ver com a nossa própria evolução pessoal. Como podemos avançar, progredir ou aprender se estamos a ser drenados pela toxicidade deste tipo de pessoa?

Talvez a luz que carregamos está ali para nós a absorvermos, ao invés de a doarmos ao desbarato quando ainda não estamos bem resolvidos e harmonizados. Talvez fazer isso possa ser mais importante para nós individualmente, e porque não, até coletivamente.

Vou usar uma metáfora para melhor explicar esta ideia.

É como ter uma garrafa de água e ao invés de a bebermos (pois temos sede) andarmos a doá-la a todos, não restando nada no final para nós! Se calhar a água foi colocada ali para nós a bebermos em primeiro lugar. E ao bebermos essa água ficaremos mais preparados para servirmos os outros e para mostrarmos onde fica o poço... Quem descobre o poço não mais necessita de tirar a "água" dos outros. Mas para nos doarmos temos mesmo de reservar água  para nós  mesmos em primeiro lugar.  Temos de ter tempo e espaço para nós. 

Assim, concluo que temos de saber gerir a nossa doação. Os nossos limites. O nosso cansaço. As nossas prioridades. E cada um terá  de carregar o peso da sua própria vida. Não pode ser de outra maneira.

Doar sem limites pode ser exaustante... e é preferível o silêncio e a calmaria da solidão ao fardo de ter de carregar com o peso dos outros. Como trabalho na área social há longos anos, mais importante se torna para mim a criação desses limites, a criação de espaço e de tempo para o meu autocuidado, mas o que falo pode ser aplicável a qualquer pessoa.

Tem pessoas assim na sua vida... ou será que é essa pessoa que drena os outros? 

 

The Sacred Wells of Celtic Mythology

 

 

Mensagem do dia

EU SOU EU SOU, 07.11.25

Vive em modo de sobrevivência ou na fluência?

Viver em modo de sobrevivência implica viver em stress e em modo reativo de sobrevivência.

Viver na fluência é saber ceder, contornar e é saber autocuidar-se. É a energia feminina.

Ninguém consegue libertar-se da matrix sem saber sair do modo de cortisol do stress.

A maioria ds trabalhadores de luz estão fartos de estar aqui no planeta. E isso leva á prisão pelo stress e pela sobrevivência....conduz também aos exageros alimentares, ao consumo de açúcar e de bebidas e a outros comportamentos  aditivos para entorpecer aquele desconforto interno que se sente.

A saída é pela prática diária da gratidão e da aceitação de tudo e de todos.

A saída é pela desaceleração deliberada. Criar tempo e espaço para respirar. 

A saída é pelo foco interno.

A saída é por estar menos presente nas redes sociais e estar mais presente na vida presente.

 

Adeus Outubro

EU SOU EU SOU, 01.11.25

O mês de Outubro foi um looping de exaustão, depressão, desafios de saúde, desafios no trabalho, desafios na família, desafios da menopausa, morte de familiar, muito trabalho, pouco descanso, ataques energéticos...

Muito🫩 cansada 😔... Exaustão ao mais alto nível!

Eu permito-me sentir cansada.

Eu permito-me centrar-me no meu próprio autocuidado.