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O Despertar da Mente

O Despertar da Mente

O que são arquétipos

Existem grupos de pessoas  que pela cultura  e informação  vivenciam experiências similares. A essa consciência  coletiva  chamamos de arquétipos. 

São  significados coletivos da nossa consciência coletiva. Assim existe um arquétipo de homem, de mulher, de criança, porque existem muitas mães, pais e crianças e conseguimos vislumbrar características comuns. Mas os arquétipos não  de limitam a papéis  sociais...

Digamos que os arquétipos são  sub grupos, sub tipos ou sub coleções dentro do colectivo  geral. Olhamos para os arquétipos  como que separados de nós,  como deuses e deusas e como modelos que nos auxiliam a interpretar a nossa experiência terrena.

Seres como Buda,  Jesus e Saint Germain escolheram vir à terra com menor véu  de esquecimento,  lembrando-se mais de quem são  verdadeiramente e da ligação ao divino.  Nós  os demais escolhemos esquecer quem somos verdadeiramente de modo a experimentar coisas diferentes e depois recolher novas perspectivas no caminho de volta a quem somos na essência. 

E está  tudo bem, pois somos fractais de alma que viemos experimentar a vida longe da luz. Para nos reencontramos. Para nos redescobrirmos.

Os arquétipos  podem auxiliar-nos nessa caminhada, como uma âncora no meio do caos que observamos, alimentando a nossa confiança e fé  em algo divino, sublime e moral e eticamente elevado. Como um modelo comportamental, inspiracional ou meta a alcançar.

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O motivo das adições

Álcool,  tabaco, comida, drogas, açúcar, jogos, sexo...

Apenas duas razões  justificam a adição: preencher vazios ou adormecer o sentimento  de vazio.

Apenas a conexão  interior e divina pode preencher esse vazio. Você  veio cá  descobrir isso!

O vazio apenas existe porque esquecemos quem somos e porque perdemos a conexão divina.

Uns vão  descobrir isso mais rápido  que outros mas... cada um terá  que o fazer por si mesmo. E terá  a eternidade para o fazer! Porque na essência  somos eternos!

Não  tenha pressa em levar os outros a verem o que vê,  a terem o seu entendimento  das coisas e a sua consciência. Não  é  assim que funciona!

Muitos vão necessitar  de ter outras experiências... de repetir lições e vivências para colher aprendizagens que necessitam na sua jornada de alma. 

Apoie os despertos e a despertar. Respeite os que ainda não  o querem fazer. O tempo deles chegará  um dia.

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Vibração ou... outra coisa?

Quando enfrentamos um grande desafio nas nossas vidas, daqueles que trazem ao de cima todos os medos e inseguranças  que temos, todas a nossas crenças  limitantes,  julgamos ser importante não  desanimar e manter a vibração elevada para evitarmos cair numa espiral de negatividade. 

Por isso por vezes caimos no erro da negação  e rejeição  de sombras que emergem. E é  um erro porque essas sombras e medos emergiram para serem confrontados...

Temos de igualmente abdicar da resistência  ao que está  a acontecer (sair da vitimização  e doa sentimentos de injustica) e da nossa necessidade em controlar os acontecimentos e os intervenientes. Desista disso tudo e entregue! Quanto mais segura mais se afunda!

Necessitamos em primeiro lugar de assumir a situação  com coragem e consciência. E depois necessitamos de reflectir acerca dela, desmontando o que não  faz sentido... e depois necessitamos de encontrar na paz e na tranquilidade  do nosso coração, a força  e a inspiração  para expandirmos o nosso entendimento  dessa situação. 

Tambem é  importante perdoar todos os intervenientes, inclusivamente nós  mesmos. Saber ser grato/a por tudo. E por último ... entregar a Deus!

Ele melhor que ninguém poderá  colocar as coisas no seu devido lugar. Mesmo que esse lugar não  seja o que julgamos pretender...

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3 aspectos para uma vida feliz

Para uma vida verdadeiramente feliz há  três  coisas que são  muito importantes e que devem ser o nosso foco:

1. Escolhermos um parceiro  ou parceira  que partilhe dos nossos valores, visão e forma de viver a vida. Escolhermos alguém  muito diferente  de nós mesmos nestes aspectos trará fricção e frustração. Uma luta. Faltará  harmonia e compreensão. Viverá  uma vida menor....

2. Sermos realizados profissionalmente.  Se vamos passar a maior  parte da nossa vida adulta  a trabalhar,  que seja a fazer algo que nos apaixona. Tudo bem  se temporáriamente fazer algo que não  gosta, mas não  se acomode! Continue a buscar outra alternativa!

3.Apostar no seu autodesenvolvimento. Isto significa uma abertura para aprendizagens  novas, o desenvolvimento  da espiritualidade, um auto melhoramento constante dos aspectos que necessitam de sua atenção. Uma rotina diária  de auto cuidado que o conecte com a sua própria  divindade, evitando que fique distraído  com as ilusões da matrix.

Se tiver em atenção  estes aspectos,  terá  seguramente uma vida mais feliz s auto-realizada.

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Reflexão do dia...

Reconhecer o bem já  manifestado na sua vida é  a base de toda a abundância. 

Eckart Tolle 

 

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Mesmo que ainda não  tenha manifestado tudo o que deseja na sua vida, saiba ser grato por tudo aquilo que já  manifestou.

Não  tome nada por certo! Nada é!

Saiba reconhecer nas lutas e desventuras dos outros, o exemplo de resiliência e de coragem que o poderá  inspirar a realizar as mudanças  necessárias  na sua própria vida.

Lembre-se: normalmente  não  são  os outros que nos impedem de alcançar o que queremos... somos nós  mesmos através dos nossos padrões  de medos e de crenças  limitantes...

Lição de humildade...

Na vida todos somos mestres e pupilos. E é incrível as lições  que certas pessoas encerram dentro de si mesmas e que nos podem ensinar de forma sábia, carinhosa e despretenciosa.

Uma dessas lições  tive o prazer de testemunhar com uma amiga cuja trajectória de crescimento  tem sido impressionante e inspiradora.

E hoje tivemos uma conversa filosófica, daquelas que apenas podemos ter com um restrito número  de pessoas, pois a maioria não  entenderia.. não  teria a abertura de espírito,  e entraria em modo de julgamento...

Nesta conversa ela disse sabiamente que o nosso sofrimento advém do nosso apego a coisas, pessoas, ideias... e a na nossa falta de confiança e de fé! Se aprendermos a soltar, e a entregar a Deus ou ao divino aquilo que consideramos  importante e que escapa ao nosso controlo, abdicando da nossa vontade de controlar as circunstâncias,  as situações,  as pessoas, confiando nos designios divinos...então conseguimos ser equilibradas, gratas e felizes mesmo quando coisas indesejáveis  acontecem, mesmo quando rodeados de pessoas que não  nos amam como gostaríamos! E então uma coisa maravilhosa  ocorre: libertamo-nos dos nossos problemas ou eles diminuem de tamanho e de importância!

E este exercício  de desapego terá  sempre de ser feito em situações  dolorosas como um divórcio,  uma morte, um desemprego, uma falência. 

Quando desistimos de coisas que teimosamente queremos que decorram como gostaríamos, tais como: a relação  com o companheiro,  com os filhos, com colegas ou chefias, o trabalho e passamos a relacionarmo-nos sem expectativas e a partir do caos existencial real (é o que é), e aceitamos que essa é  a vida que temos, pois  mesmo alterando  aspectos não  conseguimos interferir nas opções  e ações dos outros e só podemos alterara mesmo a nossa parte... viramos o foco para nós  próprios!

E surge espaço  para equacionarmos: o que queremos na vida?

E entregamos aos outros a responsabilidade  das próprias escolhas. Não  estamos mais a tentar salvar ninguém. Mesmo filhos, amantes, pais...

Aceitamos que tudo terá  uma razão,  mesmo que no momento  esta seja incompreensível por nós...

Soltamos...

Desistimos... Mas não  no desalento desempoderado e impotente. E sim a partir de um espaço  de aceitação dos maus eventos, sem vitimismo e com resignação  por aspectos sob os quais esgotamos todas as tentativas e recursos. Entregamos então a Deus, não o Deus castigador e atromorfico. Mas ao Deus carinhoso e amoroso que zelará para que o melhor ocorra segundo o nosso grau de merecimento e de necessidade. 

E ficamos perdidos num espaço  de confusão... que é  necessário  e imprescindível para nos reencontramos. 

Não  tenha medo de estar perdido... logo, logo irá  encontrar-se.

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