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O Despertar da Mente

O Despertar da Mente

Nem tudo o que reluz...

... é ouro!

«Nem tudo o que reluz é ouro»: a civilização de consumo cultiva as aparências, fazendo as pessoas acreditar que o valor das coisas está no seu aspecto externo. Quando essa mentalidade se aplica às pessoas, podem surgir os piores enganos, porque ter belo aspecto ou estar bem vestido, ou falar coisas muito bonitas e consensuais não é sinônimo de bondade ou credibilidade."

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Isto aplica-se a tudo! E a muita coisa do que se está a passar neste momento.

É importante estar atento, não se deixar enredar por mentiras...

Muita LUZ!

A mais linda definição de esperança...

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A esperança é um dos princípios basilares pilares da vida! Ela impulsiona-nos a agir, a ter coragem e a não capitular diante da adversidade.

Quando temos esperança, algo em nós desabrocha para a Luz e Positivismo. Começamos a dar o primeiro passo para sair da situação em que estamos (seja ela qual for) em direção a construirmos um novo futuro.

Sem esperança definhamos, amarguramos, desistimos, deprimimos... Abrimos espaço ao negativismo nas nossas vidas e isso só traz desespero e desalento.

Mesmo nos momentos mais desafiantes da sua vida, alimente sempre a luz da esperança de que as "coisas" vão melhorar... E vão, já que nada é para sempre: seja o muito bom ou o muito mau...

Por isso, seja paciente consigo mesmo, com os outros e com as suas circunstâncias, sem perder de vista VOCE MESMO!

Ser paciente não é capitular ou não agir a nada! Ser paciente é saber esperar. Ser paciente é ter compaixão pelas suas falhas e as dos outros, sem deixar de estabelecer limites ao que está disposto a tolerar.

Cuide de você mesmo pois é dentro de si que reside a libertação que busca para todos os problemas que tem!

Todos nós temos uma centelha divina que nos une uns aos outros e ao universo e ao Criador/Grande Arquitecto/Deus/Mónada.

 

 

E num instante...estamos quase no Natal!!!!

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Que ano este de 2020!!!

Estamos quase no Natal e nem dei por isso...

Hoje ao ir para casa vi montarem a árvore de natal da cidade onde trabalho... Este momento é sempre aguardado com expectativa e alegria. Traz cor e contentamento e é pretexto de reunião de amigos e de familiares, de selfies e de muita contemplação! Mas este ano, ninguém fala da árvore... E tive uma vontade irresistível de chorar de emoção e de alguma tristeza... Por estarmos a passar esta pandemia, pelas vidas que se perdem direta e indiretamente pela situação covid e também pelas vidas que se afundam neste caos económico, sem fim à vista...

O natal, uma  época que eu aprecio tanto, que gosto de planear e de preparar... Este ano, será muito diferente para mim... Para todos nós!

Impossível estar alheio ao que se passa no país e no mundo...

Olhem, francamente que a melhor prenda que poderiamos esperar era a solução para este cataclismo de saúde e de economia...

Farta de covid... Fartinha!

Perdoem-me o humor se ferir suceptibilidades...

 

 

 

Mini-hábitos

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Muitas pessoas dizem-me que não tem tempo para investirem em si mesmas! Que tem uma vida  muito preenchida!

E quem não tem, hoje-em-dia?!

Saiba que é tudo uma questão de definir prioridades... e enquanto não se colocar no topo da sua lista de prioridades, não conseguirá alcançar o bem-estar mental e físico que tanto ambiciona. Andará atrás de outras metas, muitas que nem lhe pertencem, das necessidades alheias... E esquecer-se-à de si...

Nos aviões faz-se a simulação de emergência, em caso de descompressão, e é explicado às pessoas que devem de primeiro colocar a máscara nelas próprias e só depois prestar auxílio aos que as rodeiam, mesmo que sejam familiares.

Assim, devemos de agir na vida. Para nos podermos doar (auxiliando, orientando, acompanhando, trabalhando) necessitamos de primeiramente cuidarmos de nós próprios.

Os ingleses costumam dizer "you can't pour from an empty cup. Take care of yourself first". Isto quer dizer que não conseguimos deitar algo de uma chávena que está vazia. Tome cuidado de si mesmo, primeiro.

Cuidar de si mesmo é uma noção de sobrevivência na vida. Como podemos ser resilientes, fortes e autoconfiantes se não nos cuidarmos, se vivermos sempre assoberbados de tarefas, se só procuramos agradar aos outros?...

Há que saber parar... Respirar... Olhar para dentro... Encontrar forças e depois prosseguir...

Criar mini-hábitos diários, pode auxiliá-lo a ter uma experiência de vida muito mais gratificante.

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Repita comigo...

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Hoje ao deitar, e amanhã ao levantar convido-o a repetir estas afirmações positivas pelo menos três vezes ! Verá como o farão sentir-se melhor, mais enérgico e alegre!

Ah, o poder das afirmações nas nossas vidas! Estamos constantemente a repetir afirmações a nós próprios só que a maior parte do tempo fazê-mo-lo inconscientemente... E repetimos afirmações negativas e autodepreciativas...

Por exemplo, há uns dias atrás tive um pequeno acidente de trânsito onde a outra pessoa (que me bateu no carro) tentou imputar-me responsabilidades por um toque, causado por ela numa manobra de marcha atrás. Como os estragos eram insignificantes, eu não chamei a polícia e assinei uma declaração amigável onde ela declarou o contrário do que havia acontecido...

Passei o resto do dia a reviver a situação na minha mente e a dizer a mim mesma: "Burra! Devias ter chamado a polícia" Que tótó, ainda acreditas na honestidade das pessoas!"... Isto é um exemplo bem claro de um diálogo interno negativo que muitos de nós activa automáticamente quando confrontado com situações onde avalia negativamente o seu próprio comportamento. Todos nós temos mecanismos destes na nossa mente...

O primeiro passo é sempre tomar consciência dessa negatividade e parar esse discurso interno.

Depois deverá substituir os pensamentos negativos por outros positivos. Pegando neste exemplo: "Eu fiz o melhor que pude dadas as circunstâncias que me enervaram e causaram medo", "Estava muito trânsito a apitar atrás de nós" e  "Saber confiar é uma virtude. A outra pessoa se optou por tirar proveito da situação, o problema é dela.".

Estão a ver agora a importância de ressignificar as experiências que vivemos através de um discurso interno positivo, compassivo e amoroso?

Como diria Louise Hay, fale de si e para si como se estivesse a falar com uma criança pequena e assustada. E como se fala para uma criança? Com palavras de ternura, perdão e de amor!

E todos nós carregamos eternamente dentro de nós uma criança. A nossa criança interna.

Tem cuidado da sua criança interna?

Ela espera por si... Ela precisa de si!

 

Mude por si mesmo

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Muitas vezes senti o apelo de mudar aspectos em mim... Porém, na generalidade das vezes o que me impulsionava a fazê-lo eram motivos que me eram externos... Uma circunstância, uma pessoa, uma dor, uma decepção... Uma vontade de impressionar ou de provar algo...

Há três anos atrás eu fiquei finalmente preparada para, pela primeira vez nesta minha vida, MUDAR POR MIM MESMA! Só que eu não o sabia ainda... A diferença relativamente a momentos anteriores foi uma importante tomada de consciência: eu concluira que um conjunto de circunstâncias se repetiam na minha vida e ao invés de culpar os outros  (como era habitual) achei de forma profunda que eram indicio de que deveria mudar algo em mim... E de que eu devia estar a fazer algo de errado! Onde estaria a falhar?!

Então, comecei a ler, a frequentar cursos e workshops na área do desenvolvimento pessoal... E o que eu descobri, eu não o esperava!

Ao invés de descobrir erros e falhas pessoais, e razões para me sentir mais diminuida ou falhada, apenas descobri que não estava a tratar-me com o amor e o respeito que merecia. Já repararam que ninguém nos ensina isto? Nem na escola e nem em casa... Muitas vezes até somos censurados e acusados de egoístas se procuramos cultivar os próprios interesses, tempo para nós próprios, tempo para reflectir ou meditar...

Mudar é possível! Transformar-mo-nos em alguém mais equilibrado, presente, consciente e auto-realizado é possível! Expandirmos o nosso SER, conectarmo-nos connosco mesmos na nossa essência... Sim, é possível! Sim, é maravilhoso! E porém, requer um trabalho constante e diário e uma atenção plena, porque apesar de fantástico é trabalhoso. Se não o fosse assim qualquer um conseguiria, e apesar de alcançável por qualquer um, não é qualquer pessoa que se predispõe a sair ou a alargar a sua zona de conforto e a confrontar as suas crenças limitantes interiores.

Já mudei muitas coisas em mim nestes anos de existência... Especialmente dos últimos três anos para cá... E há muitas outras que procuro ainda mudar, e com determinação, alguma autodisciplina, pontuada por compaixão e amor para as minhas próprias falhas e paragens (que muitas vezes tenho necessidade de fazer)... Eu irei avançar, ao meu ritmo e dentro das minhas capacidades, as quais já vi que podem ser expandidas muito para além do que eu esperava!...

Não aceito aquela coisa da canção da Gabriela Cravo e Canela:"Eu nasci assim, eu fui sempre assim"... Que horror estar sempre no mesmo ponto! Que terrível ser tão obstinado ao ponto de se recusar a mudar, a evoluir e a progredir!

Afinal, vida é uma escola.... 

Não perca o seu precioso tempo...

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Esta foi uma das preciosas lições de vida que demorei tempo a aprender...

Fui desde pequenina muito argumentativa com as outras pessoas. Em parte por uma necessidade de provar que tinha razão. Em parte para tentar convencer os outros do meu ponto de vista - que eu considerava ser o mais acertado!

Eu teimava em não desistir! Em tentar apresentar os meus argumentos... E ficava fula da vida quando a minha opinião era rejeitada por pessoas tão teimosas quanto eu própria (claro que na altura não tinha consciência de que também estava a ser teimosa e a medir forças com o outro)! Remoía isso dentro de mim!

Quando olho retrospectivamente, não consigo deixar de sentir que me desrespeitei... E que frequentemente desrespeitei o outro...

Até que um dia passei por determinados eventos que me demonstraram que cada um pensa ou acredita naquilo que quer! Naquilo que acha ser mais conveniente para si! Se uma pessoa tiver uma ideia feita acerca de algo, é completamente inútil dispender tempo a tentar provar o contrário... Quando assim é, a forma como nos veem é distorcida e nada será interpretado de forma transparente e imparcial.

Não temos de provar nada a pessoas com ideias feitas! Não temos de convencer essa pessoa de nada! A ocorrer uma transformação de opinião ou de atitude na outra pessoa, terá de ser o próprio a fazê-la! Alguns vão evoluir (mais rápida ou lentamente) e outros não!

Só temos de saber respeitar isso e tentar perceber internamente porque que certos comportamentos alheios nos incomodam... Ou porquê que certas pessoas nos irritam... Assim, numa circunstância futura não perderemos o autocontrolo. Saberemos analisar a situação e saberemos até onde ir, e onde parar! Tem de haver limites - é nos limites que reside muitas vezes a nossa dignidade e a do outro também.

 

 

 

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