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O Despertar da Mente

O Despertar da Mente

sinais que o universo fala connosco -2

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Aqui vamos falar de sinais de fluência, ou seja, sinais do universo de que estamos no bom caminho!

  • Trânsito: todos os sinais ficam verdes, principalmente em caminhos críticos. Já me sucedeu isso num período em que tive de me deslocar regularmente de carro ao centro da cidade de Lisboa;
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  • Dia a dia: quando você não apanha mais filas na padaria e no supermercado;
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  • Sincronicidade: placas de carro com números iguais;
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  • Sincronicidade: horas com números iguais;
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  • Sincronicidade: ligações recebidas com números iguais;
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  • Lembrar de uma pessoa com quem faz tempo que você não conversa, e alguém fala o nome dessa pessoa;
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  • Filmes: às vezes lembramos de um filme ou ator e quando ligamos a TV está a   passar o filme ou aparece o ator em questão.
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  • Elogios: quando recebemos elogios podemos estar num estado de fluxo com o Universo;
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  • Sinais do subconsciente: os sonhos são a manifestação do inconsciente e podem transmitir-nos sinais do Universo;
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  • Transmissão de pensamento. Você pensa em alguém - pode ate ser um ator e de repente liga a tv e está a dar um filme com ele. Ou fala de um amigo que não vê há uns tempos e de repente recebe uma chamada dele.
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  • Discernimento: você tem uma questão na sua vida que carece de decisão e de repente numa fase em que está a relaxar ou a conversar com alguém vem uma inspiração incrível com as respostas que procura - os chamados insights!
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  • O que acontece dentro de nós faz espelho no exterior e vice-versa. Assim, esteja atento ao que se passa dentro e fora de si e verá que terá maior clareza para gerir os seus estados emocionais.

 

No mundo ocidental as pessoas sobrevalorizam a parte mental do ser humano. No mundo oriental eles sabem bem que no coração vibra a energia do amor e as nossas emoções que são fundamentais nas nossas tomadas de decisão. E no mundo oriental também se sabe que no plexo solar, no ventre está a nossa intuição (as borboletas que nos avisam do perigo quando estamos numa determinada situação ou com uma determinada pessoa).

Nas sociedades ocidentais insistimos em tomar decisões, escolher relacionamentos, seguir metas só com a parte mental! Então e as outras partes?! Ao fazermos esta opção, muitas vezes inconsciente, não é de admirar que nos arrependamos tanto das nossas próprias decisões amorosas, profissionais, de amizades...

Mente, coração e barriga! O segredo para uma vida mais equilibrada!

Se se treinar a seguir mais o seu coração, começara a prestar mais atenção aos sinais que o universo lhe envia... Se estiver a viver apenas na sua mente... isso não vai acontecer!

Sinais que o universo está a "falar" connosco

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Aqui vamos falar de aspectos negativos, ou seja, de sinais em que o universo tenta enviar sinais de que não estamos no caminho certo.

1- Repetições de situações

Se a vivência é uma escola e há muitas repetições de determinados eventos significa que ainda não apreendeu o que deveria de aprender. A única forma eficaz de sair deste padrão é fazer perguntas. Pergunte-se!

Será que a repetição do mesmo tipo de desafios, não quer dizer que o universo está a falar connosco para alertar-nos que não estamos a ir no bom caminho?

O que será que ele quer mostrar-nos com isso? Qual é com clareza o caminho? Onde estarei a errar? O que está certo nisto e que eu não estou a perceber?

Muitas vezes fingimos não ver algo que está à nossa frente. Esteja atento. Esteja presente e verá que as respostas vão surgir.

Se está a fazer as mesmas coisas e a obter os mesmos resultados, quer dizer que está na hora de mudar de estratégia.

2- Atrair pessoas erradas

Qual é o padrão de comportamento que tenho de ter para atrair outro tipo de pessoa?

Faça mantras de repetição mental para alterar padrões erróneos que são de baixa vibração e que atraem esse tipo de pessoa (negativa, tóxica). Trabalhe o medo, a tristeza e a culpa. 

3- Evite fazer coisas que deixam o seu coração pesado

Não embarque em mentiras ou em coisas que vão contra o que sente ou os seus valores. mantenha-se fiel a quem é na sua essência.

Saiba que você é o responsável pelas suas decisões e ações e pode sempre melhorar-se.

4- Quando se sente muito bem a fazer determinada coisa

Significa que é o universo a dizer para ir por aí. Que está a ir no caminho certo. Que vai agregar valor e autorealização à sua vida.

Isso ocorre por exemplo com as sincronias de horários, datas ou números. É um aviso de seguir em frente!

5 - Se está estagnado na zona de conforto

Como a energia universal precisa de fluir, pois o universo não gosta de energia estagnada, se estiver muito parado na zona de conforto será enviado um desafio para o ajudar no seu progresso.

Assim, recomenda-se que vez em quando mude as coisas de lugar nas suas casas e locais de trabalho. Isso atrairá oportunidades e fluências.

Voltar à praia...

Nada é tão eficaz a acalmar a alma como um passeio junto ao mar!

E chegámos aquela altura do ano em que a praia volta a ser toda nossa!

Como é menos frequentada, conseguimos estabelecer melhor ligação com os elementos: sol, vento, mar, areia e assim re-energizarmos e limparmos tensões.

Compre um corta vento e de vez em quando se o tempo o permitir vá à praia!

 

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CÉU OU INFERNO...

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Certo dia, um violento samurai  procurou um sábio monge, pois queria aprender sobre o céu e o inferno.

O pequeno monge olhou para o samurai e, simulando desprezo, disse-lhe:

- Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo, cheira mal e a lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha para a sua classe.


O samurai enfurecido não disse uma palavra, tamanha a sua raiva. Empunhou a espada e preparou-se para decapitar o monge, quando... 

- Disse-lhe o sábio mansamente: "Aí começa o inferno".

O samurai ficou imóvel. A sabedoria do monge impressionou-o. Baixou lentamente a espada e agradeceu-lhe pela valiosa lição. 

Passado algum tempo, o samurai pediu humildemente ao monge que lhe perdoasse e percebendo seu pedido era sincero, o monge disse:

- "Aí começa o céu". 

Lição de vida: Tanto o céu quanto o inferno são estados da alma, que dependem das nossas decisões. Podemos optar por abismos ou pontes que nos possibilitem uma solução feliz. A decisão é nossa!

Contentamento ou felicidade?

A maioria das pessoa não hesita em escolher a felicidade ao contentamento, porém, a felicidade como a entendemos socialmente é algo de temporário. Ninguém está sempre feliz! A felicidade é um estado alterado da nossa consciência e da nossa percepção - quando estamos felizes tendemos a ver o mundo "cor-de-rosa" e não como ele é... A felicidade está nos antípodas da infelicidade. Quem expressa estar feliz está a classificar a sua experiência de vida ao invés de a deixar fluir com alegria, serenidade e confiança.

Claro que ter momentos de felicidade é uma coisa boa. No entanto, tenha presente que a seguir a momentos de felicidade virão outros de desafio, de tristeza e de dor... Os quais até poderemos até classificar de infelicidade. Logo o melhor mesmo será abandonar a tendência a classificar a sua própria experiência de vida de boa ou de má. Ela apenas é como é. O que interessa é a forma como encara aquilo que lhe acontece... Vai vitimizar-se, vai revoltar-se... ou vai aprender e crescer?

Já o contentamento é mais duradouro e estável. É um estado de paz e de serenidade. Um estado de equilibrio. Usemos a metáfora da régua: se considerarmos a felicidade um extremo desta, e a infelicidade o outro extremo, podemos dizer que o contentamento é o meio, ou seja, o equílibrio.

Se conseguir alcançar esse estado de paz e de serenidade  verá como a sua mente estará leve. Terá ESPAÇO para integrar aprendizagens e para enfrentar os desafios do seu quotidiano. Será verdadeiramente feliz e a sua felicidade será interna e não dependente das circunstâncias externas!

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O monge e o copo

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Conta-se uma história sobre o monge budista Ajah Chah, que teria um certo apego a um copo específico, do qual ele gostava de beber. Sendo um dos ensinamentos do budismo  o desapego, os seus alunos questionaram-no em relação a esse apreço a algo tão material quanto uma taça. O mestre respondeu:

É verdade, eu gosto deste copo. Gosto como ele contém o meu chá. Admiro a forma como o sol brilha através dele, sempre criando  um arco-íris. É o meu copo favorito, mas eu não me apego a ele, porque para mim este copo já está partido. Eu sei que o meu tempo com ele é temporário e precioso. Então eu aproveito este copo enquanto ele dura, pois estou totalmente consciente de que eventualmente ele vai cair da prateleira ou ser derrubado e partirr. E quando isso acontecer, eu direi: “é claro”.

Quando pensamos na ideia de impermanência, é muito comum que caiamos numa perspectiva niilista de que “se tudo passa e acaba, então nada vale a pena”. A beleza desta história é a de mostrar que, ao entendermos que tudo passa, podemos ter a postura oposta, valorizando e aproveitando cada momento que temos.

Se pensarmos que as coisas que temos já estão quebradas, os empregos já perdidos, os relacionamentos terminados e as pessoas – inclusive nós mesmos – mortas, perceberemos cada momento em que isso ainda não aconteceu como precioso. E, quando as inevitáveis mudanças surgem, as veremos com naturalidade e serenidade.

O fazendeiro chinês e o cavalo

Era uma vez um fazendeiro chinês. Um dia, um dos seus cavalos fugiu. Os seus vizinhos vieram ter com ele, e comentaram como aquele acontecimento era um infortúnio. O fazendeiro respondeu: “Pode ser”.

No dia seguinte, o cavalo que fugiu voltou, e trouxe com ele sete cavalos selvagens. Os vizinhos apareceram novamente, dizendo que isso era uma grande sorte. O fazendeiro respondeu: “Pode ser”.

Depois disso, o filho do fazendeiro tentou domar um dos cavalos selvagens e caiu, partindo uma perna. Os vizinhos vieram lamentar o ocorrido, dizendo que aquilo era muito mau. O fazendeiro respondeu: “Pode ser”.

No dia seguinte, oficiais do exército que estavam a  recrutar soldados apareceram, mas não levaram o filho do fazendeiro por conta da sua perna partida. Os vizinhos vieram ter com o fazendeiro e falaram sobre como aquilo era ótimo, e ele respondeu: “Pode ser”.

Essa história faz-nos perceber que não podemos classificar os acontecimentos como bons ou maus, simplesmente porque não sabemos os desdobramentos de cada situação. Por mais angustiante que possa parecer, o fato é que não temos controle sobre o que irá acontecer conosco e nem mesmo sobre o resultado das nossas ações, especialmente a longo prazo. Não faz sentido, então, comparar a nossa história com uma outra história ideal, pois esta simplesmente não existe. Por vezes acontecimentos percepcionados como negtivos abrem caminho a crescimento pessoal e até a oportunidades nunca antes sonhadas. E outras vezes, acontecimentos que julgamos positivos revelam-se fortes decepções.

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Resta-nos apenas entender que nossa história é única e aquilo que chamamos de “erro” é apenas uma avaliação muito rasa das nossas atitudes passadas. Podemos, em vez disso, ser humildes o suficiente para entender que não estamos no comando do universo e escolher valores que guiem as nossas ações em vez de voltá-las para resultados que não dependem apenas de nós.

Deixe os outros crescerem e aprenderem!

Nós achamos sempre que a nossa perspectiva é a mais acertada. Da mesma forma devemos compreender que as outras pessoas pensam também assim, ou seja, cada um acha-se detentor da RAZÃO!

Recordemos pois uma das preposições da PNL: o mapa não é o território, ou seja, a nossa perspectiva não é a Verdade Absoluta. Com efeito, a Verdade Absoluta é a soma de todas as perspectivas do positivo ao negativo de todas as dimensões!

Claro que há pessoas mais informadas, mais lúcidas e mais equilibradas que outras. Claro que existem pessoas que promovem o bem e a união e outras que promovem o mal e a desunião.

Porém, se está neste plano você é acima de tudo um aprendiz e logo esforce-se por ser humilde ou perder-se-à no seu próprio EGO.

Observe e seja neutro. Evite julgar. Evite o criticismo. Circunscreva-se aos fatos e não se detenha no que é negativo pois estará a contaminar-se emocionalmente e espiritualmente. 

Pode sugerir, pode observar algo pertinente, porém, aceite se a sua opinião não for aceite. Cada pessoa está no seu caminho, no seu ritmo e de acordo com as suas próprias capacidades de abertura e de recetividade.

Preocupe-se mais consigo mesmo, sobretudo se o comportamento dos outros o irritar, transtornar e o conduzir a sentimentos negativos. Tal significa apenas que ainda tem "coisas" a resolver dentro de si. Ao resolvê-las dentro de si, resolve-as fora, também.

Entregue ao fluxo e confie.

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Será que nascemos preparados?

Ou é a vida que nos prepara?

Eu creio que ambas as preposições são verdadeiras.

Nós nascemos puros e com os recursos que necessitamos para viver  o "jogo da vida", porém, experiências traumáticas e negativas vividas em família, amigos, escola e sociedade conduzem-nos a duvidar das nossas próprias capacidades. Desconectamo-nos com a nossa essência que é puro AMOR. Deixamos entrar a mágoa, a culpa, a tristeza, a desilusão, a raiva e o ressentimento nos nossos corações.

Por isso, sim nascemos em parte preparados, porque quando vimos ao mundo temos nos nossos corações quantidades ilimitadas de AMOR, INTUIÇÃO, ALEGRIA, INOCÊNCIA, CONFIANÇA, ESPERANÇA... As ferramentas necessárias para viver uma vida com propósito. Basta observar uma criança para encontrarmos tudo isso! Você também já foi criança! Ninguém nasce adulto, a não ser no filme "O estranho mundo de Benjamin Button".

Não obstante, também somos preparados pela vida. Afinal, não é a vida uma experiência de aprendizagem do princípio ao fim?!

A vida vai lançando desafios, e nós só sabemos que estamos preparados para os enfrentar quando ficamos encurralados e só temos duas opções: fugir ou enfrentar. Saiba que sempre que optar por desistir ou fugir, a vida enviará esse desafio de novo e de novo, até que aprenda a sério a sua lição...

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